Alecrim

Salvia rosmarinus

Erva perene mediterrânea de aroma inconfundível, extremamente resistente ao sol e à seca, perfeita para temperar carnes, pães e legumes.

Alecrim em cultivo
Foto: Tauralbus · CC BY 2.0 · imagem recortada para exibição

Nível

Iniciante

Luz

Sol pleno

Sol mínimo

5 h por dia

Vaso mínimo

7 litros

Profundidade

25 cm

Manutenção

Manutenção baixa

Começar por

muda ou estaquia

Tempo até o resultado

60 a 90 dias

Segurança

Segura para pets e crianças

Combina com: Varanda, Janela, Quintal, Laje / terraço, Chácara.

Rega

Moderada a escassa; regue apenas quando o substrato estiver completamente seco até 3 cm de profundidade. O excesso de umidade é o maior inimigo da planta.

Substrato

Leve, arenoso e de altíssima drenagem. Misture terra vegetal com areia grossa de construção ou perlita em proporções iguais.

Adubação

Pouco exigente; adube a cada 3 ou 4 meses com húmus de minhoca ou composto orgânico bem curtido. Evite excesso de nitrogênio.

Poda

Faça podas de ponteiros para estimular a ramificação e manter o formato compacto. Nunca corte a parte lenhosa sem folhas, pois ela dificilmente rebrota.

Colheita e cuidados

Colha os ramos cortando as pontas verdes com tesoura de poda afiada e limpa. Deixe sempre ao menos metade da folhagem na planta para que continue se desenvolvendo.

Conhecendo o alecrim

O alecrim (Salvia rosmarinus) é um subarbusto perene nativo da região do Mediterrâneo, adaptado a solos pedregosos, calor intenso e períodos de estiagem. No Brasil, ele se adaptou perfeitamente, tornando-se uma presença quase obrigatória em hortas caseiras, varandas ensolaradas e quintais produtivos pelo seu sabor marcante e propriedades aromáticas.

Necessidade de luz e regas

Para manter o alecrim saudável e aromático, o fator mais importante é a exposição solar direta. A planta exige pelo menos cinco horas de sol pleno diário. Em ambientes com pouca luz ou janelas voltadas para o sul, ele tende a ficar frágil, perder folhas e sucumbir facilmente a fungos.

A rega é o ponto crítico onde a maioria dos iniciantes erra: o alecrim tolera dias de estiagem, mas apodrece com rapidez se as raízes ficarem encharcadas. Deixe o substrato secar por completo entre uma rega e outra. Antes de molhar, enfie o dedo na terra; se sentir qualquer umidade, adie a irrigação por mais um ou dois dias.

Preparo do solo e escolha do vaso

O vaso deve ter furos desobstruídos e uma boa camada de drenagem no fundo feita com brita, argila expandida ou cacos de cerâmica. O substrato precisa ser frouxo, misturado com bastante areia grossa para garantir que a água escoe quase instantaneamente.

  • Drenagem eficiente: fundamental para prevenir a asfixia das raízes.
  • Espaço para crescer: recipientes com volume a partir de 7 litros permitem que a planta dure vários anos.
  • Ventilação: posicione o vaso em locais arejados para afastar doenças fúngicas.

Ao realizar as colheitas periódicas, corte preferencialmente os ramos superiores mais jovens. Essa prática funciona como uma poda contínua que incentiva o nascimento de novos ramos laterais, garantindo um arbusto sempre denso, verde e vigoroso.

Problemas comuns

  • Apodrecimento de raízes por excesso de água
  • Estiolamento e perda de aroma por falta de sol direto
  • Oídio em locais com baixa ventilação e alta umidade

O que usar

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Perguntas frequentes

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