Manjericão

Ocimum basilicum

Erva aromática clássica indispensável na culinária, o manjericão adora calor e sol pleno, desenvolvendo-se muito bem em vasos compactos ou canteiros caseiros.

Manjericão em cultivo
Foto: The Marmot · CC BY 2.0 · imagem recortada para exibição

Nível

Iniciante

Luz

Sol pleno

Sol mínimo

4 h por dia

Vaso mínimo

5 litros

Profundidade

20 cm

Manutenção

Manutenção baixa

Começar por

sementes ou mudas (estaquia)

Tempo até o resultado

60 a 80 dias a partir da semente

Segurança

Segura para pets e crianças

Combina com: Varanda, Janela, Quintal, Laje / terraço, Chácara.

Rega

Regas frequentes para manter o solo úmido, sem nunca encharcar. Em dias muito quentes, pode exigir rega diária.

Substrato

Substrato leve, fértil e bem drenado, composto por terra vegetal misturada a composto orgânico e um pouco de areia ou perlita.

Adubação

Adubação mensal com húmus de minhoca ou esterco curtido. Evite adubos químicos altamente nitrogenados para preservar o aroma e sabor característicos.

Poda

Poda apical (beliscamento dos brotos superiores) para estimular o crescimento lateral e corte sistemático das flores assim que surgirem.

Colheita e cuidados

Colha cortando as hastes acima de um par de folhas maduras para estimular novas brotações. Nunca desfolhe mais de um terço da planta de uma só vez.

O manjericão é uma das ervas mais gratificantes para se cultivar no Brasil, pois se adapta com facilidade às altas temperaturas e ao clima tropical e subtropical. Para prosperar com vigor, essa planta necessita de um local ensolarado, recebendo ao menos quatro a seis horas de incidência solar direta por dia. Sem sol suficiente, a planta tende a ficar estiolada, com ramos finos, folhas espaçadas e aroma fraco.

O cultivo em recipientes exige atenção à drenagem. Escolha vasos com furos de drenagem na base e monte uma camada inicial com brita ou argila expandida coberta por manta bidim. O substrato ideal deve ser rico em matéria orgânica e poroso; uma combinação simples de duas partes de terra vegetal bem curada, uma parte de composto orgânico ou húmus de minhoca e uma parte de areia de construção garante retenção de umidade sem criar acúmulo de água nas raízes.

A rega é o ponto de equilíbrio no cultivo do manjericão. A planta não suporta solos secos e logo apresenta folhas murchas sob sol forte, mas também apodrece rapidamente se as raízes ficarem submersas em solo compactado. O manejo correto consiste em testar a terra com a ponta do dedo: se a camada superior estiver seca, faça uma rega abundante até escorrer pelos furos inferiores, preferindo aplicar a água no solo e não diretamente nas folhas.

O maior segredo para manter o manjericão produtivo por meses é a poda das flores e a poda de formação. Quando a planta atinge cerca de 15 a 20 centímetros, faça o corte do broto guia central (poda apical); isso força o surgimento de múltiplos ramos laterais, tornando o arbusto mais denso e produtivo. Assim que pequenos botões florais aparecerem no topo dos ramos, corte-os imediatamente, pois a floração sinaliza o fim do ciclo da planta e deixa as folhas amargas e fibrosas.

Para a colheita, use sempre uma tesoura de poda ou lâmina limpa, cortando os ramos cerca de um centímetro acima de nós com folhas saudáveis. Evite arrancar as folhas individualmente pela base, pois isso enfraquece o caule e atrasa a regeneração natural do exemplar.

Problemas comuns

  • Pulgões e mosca-branca
  • Lagartas desfolhadoras
  • Oídio (fungo branco nas folhas)
  • Apodrecimento de raízes por excesso de rega

O que usar

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Perguntas frequentes

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